Twitter é um sistema de e-mail inferior, diz executivo-chefe do Google

O executivo-chefe do Google, Eric Schmidt, afirmou que o Twitter é um sistema de e-mail “inferior” dentre todos os outros disponíveis. A declaração foi dada durante a conferência de tecnologia do Morgan Stanley nesta terça-feira (3).

“Falando como um cientista da computação, vejo tudo isso como um tipo mais pobre dentre todos os sistemas de e-mails”, disse.

“Em outras palavras, o Twitter tem aspectos de um sistema de e-mail, mas não há uma oferta integral de funcionalidades. Para mim, a questão sobre empresas como o Twitter é fundamental: eles desenvolveram um tipo de fenômeno para apontamentos, ou desenvolveram algo que possui armazenamento, identidade e todos os outros aspectos que o tradicional sistema de e-mail já possui? Ou o sistema de troca de mensagens do Twitter ultrapassa alguma dessas características e abrange outras?”

O executivo também afirma considerar a “inovação como algo ótimo”, e que, no caso do Google, “houve muito sucesso com o serviço de mensagens instantâneas, que a maior parte das pessoas acaba usando.”

O sucesso do Twitter é “maravilhoso”, nas palavras do executivo. “Isso mostra que há muitas, muitas maneiras novas de alcance e comunicação, especialmente se você está propenso a fazer isso publicamente.”

Segundo uma análise de John Borthwick, colunista da página Silicon Alley Insider, o Google tem chances de sucumbir ao Twitter, devido ao fato de que o índice de buscas do gigante da internet não possui um sistema de conversação tão rápido quanto o do microblog.

Fonte: Folha

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Ipod e Iphone: Filhos de Bill Gates são proibidos de ter um!

Milhões de adolescentes possuem um iPod ou mesmo um iPhone, mas há três jovens que são proibidos de ter acesso estes produtos: os filhos do casal Bill e Melinda Gates.

Em entrevista publicada na última edição da revista “Vogue”, Melinda admite que os produtos fabricados por concorrentes da Microsoft –fundada pelo marido na década de 1970– não são bem recebidos em sua casa.

Bullit Marquez/AP

O fundador da Microsoft Bill Gates e sua esposa, Melinda, proíbem iPhone e iPod
“Há poucas coisas na lista de proibições de nossa casa”, conta a esposa de Bill Gates na entrevista. “Mas duas das coisas que não damos a nossos filhos são iPods e iPhones”, afirmou Melinda sobre os campeões de vendas da Apple.

Aparentemente, os três filhos do casal precisarão se conformar em usar o reprodutor de músicas Zune, fabricado pela Microsoft e que, apesar de todos os esforços da empresa, não consegue sequer se aproximar em popularidade e números de venda do iPod.

O Zune tem uma parcela de mercado nos Estados Unidos de 3%, em comparação com os 70% do iPod, da Apple, segundo os últimos dados da empresa de consultoria NPD.

Até maio do ano passado –os últimos dados fornecidos pela Microsoft–, apenas dois milhões de Zunes tinham sido vendidos. Por outro lado, a Apple já comercializou 200 milhões de iPods e 18 milhões de unidades do celular iPhone.

Até mesmo a esposa do milionário sucumbe aos encantos dos produtos da Apple.

“De vez em quando, olho meus amigos e penso que não me importaria nada em ter esse iPhone”, confessou Melinda à “Vogue”.




Fonte: Folha



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Windows 7 - Novas mudanças e adaptações

A Microsoft revelou nesta sexta-feira (27/02) algumas das mudanças que fez no Windows 7 desde que liberou o primeiro beta do sistema há pouco mais de um mês.

Em um longo post no blog Engineering Windows 7, o diretor sênior de programa Chaitanya Sareen revelou 36 melhorias e modificações no sistema operacional que desenvolvedores que tiveram acesso ao preview do Release Candidate conheceram.

O executivo, porém, não revelou qualquer prazo para a divulgação oficial do Windows 7 Release Candidate (RC), já alardeado pela Microsoft como última versão de testes do sistema antes do seu lançamento oficial.

Dez das mudanças detalhadas por Sareen afetam o desktop do Windows 7, 4 atingem as novas funções sensíveis a toque, outras quatro têm relação com o Painel de Controle e as oito finais estão no Windows Media Player.

Muitas das modificações são tão pequenas que será difícil notá-las. Uma alteração, por exemplo, aumenta o número de vezes que as janelas de notificação, como as do Microsoft Live Messenger, brilham ao aparecer.

A Microsoft aumentou o número de flashs dos três presentes no beta para sete.

Outras modificações devem ser mais fáceis de notar: segundo ele, desenvolvedores conseguiram colocar 39% mais ícones na barra de tarefas antes que ela começasse a deslizar para mostrar outras aplicações.

Uma das mudanças já atraiu atenção suficiente, mesmo que ainda não oficializa. “Se você lê este blog, então já sabe sobre uma recente mudança de design que terá impacto em qualquer modificação feita no Painel de Controle do User Account Control”, afirma Sareen.

No começo do mês, a revelação feita por blogueiros que o User Account Controle poderia ser modificado remotamente por crackers forçou a Microsoft a mudar a maneira como a ferramenta de segurança funciona.

A Microsoft divulgou o beta do Windows 7 em 10 de janeiro, mas já tirou o download do ar. Após isto, a companhia afirmou apenas que o sistema deverá ter apenas mais uma versão de testes pública antes do seu lançamento oficial.

A empresa, porém, ainda não divulgou um cronograma dando a data exata de lançamento do Windows 7, ainda que a previsão do RC do sistema ser divulgado começo do segundo semestre dê dicas de que o Windows 7 será oficializado ainda em 2009.





Fonte: IDG Now


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Google se une a Opera e Mozilla, contra IE

O Google fez uma solicitação à Comissão de Concorrência da União Europeia para participar da investigação antitruste envolvendo a Microsoft no mercado de browsers, juntando-se às empresas Opera e Mozilla nos procedimentos da agência governamental.

“Estamos solicitando ser o terceiro participante no procedimento da Comissão Europeia”, disse Sundar Pichai, vice-presidente de administração de produtos, no blog da empresa, na terça-feira (24/02).

Em janeiro, a comissão submeteu uma lista preliminar de objeções à Microsoft por se defender da concorrência embutindo seu browser Internet Explorer (IE) no sistema operacional Windows.

“O mercado de browsers ainda é amplamente não competitivo, o que atrasa a inovação para os usuários” disse Pichai dando argumentos para a entrada do Google no processo. “Isto ocorre porque o Internet Explorer é atrelado a um sistema operacional dominante, dando uma vantagem injusta em relação a outros browsers.”

A norueguesa Opera Software ASA, criadora do browser Opera, iniciou a ação original no fim de 2007. No início de fevereiro, a Mozilla Corp., criadora do Firefox, demonstrou seu interesse em participar da investigação como “terceira parte interessada” o que permite à organização fornecer argumentos aos reguladores, ter acesso aos papéis ligados ao processo e participar de uma audiência presencial caso solicitada pela Microsoft.

Embora a Comissão Europeia ainda não tenha dito quais medidas deve exibir da Microsoft neste caso, o porta-voz da agência, Jonathan Todd indicou alguns sinais. Segundo ele, a Microsoft pode ser multada e forçada a permitir que os usuários escolham browsers alternativos durante a instalação do Windows, ou ser ordenada a permitir que o usuário desabilite o IE se desejar um navegador diferente.

Mitchell Baker, ex-Chief Executive Officer (CEO) da Mozilla e atual chairman da Mozilla Foundation, publicou em seu blog algumas sugestões de mudanças que poderiam ser adotadas pela Microsoft.

Segundo ela, as possibilidades incluem fazer com que a Microsoft divulgue todas as APIs (Application Programming Interfaces) disponíveis no IE a outros desenvolvedores de browsers, ou exigir que a empresa ofereça browsers de concorrentes nas atualizações do IE ou do Windows.

O Internet Explorer registrou 67,6% de participação no mercado mundial de browsers em janeiro, de acordo com a Net Applications - a menor fatia do IE no setor desde o início da medição pela consultoria em 2005. O Firefox registrou 21,5% de participação, seguido pelo Safari, da Apple, e pelo Chrome, do Google, que contaram com 8,3% e 1,1% do mercado, respectivamente.





Fonte: IDG Now

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Micosoft pede dinheiro de volta para funcionários demitidos

Um mês após anunciar o primeiro corte em massa de funcionários em sua história, a Microsoft percebeu que falhou em uma parte-chave da estratégia para corte de gastos –a empresa pagou mais do que o planejado para algumas das pessoas demitidas. Por isso, chegou a pedir o dinheiro de volta, mas acabou desistindo da medida.

A Microsoft enviou cartas a ex-funcionários pedindo que o dinheiro excedente fosse devolvido. Entretanto, diante da repercussão negativa, decidiu que eles poderiam ficar com a quantia. Lisa Brummel, vice-presidente sênior da empresa para recursos humanos, afirma que as cartas foram enviadas para 25 das 1.400 pessoas demitidas em janeiro.

A maior parte das pessoas com dinheiro extra ganhou de US$ 4.000 a US$ 5.000 a mais, afirma Brummel. A executiva diz que tomou conhecimento das cartas durante o fim de semana, depois que o caso apareceu em post do blog TechCrunch. “Eu decidi que isso não era correto.”

Em razão da crise econômica, a Microsoft anunciou em janeiro um corte de 5.000 funcionários, nos próximos 18 meses -1.400 vagas foram cortados imediatamente.

Os cortes representam 5% dos cerca de 94 mil funcionários da companhia -a operação no Brasil, que emprega 570 pessoas, não foi afetada.





Fonte: Folha

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